Documentos secretos revelados ao mundo por determinação do presidente Donald Trump

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Como o mundo inteiro sabe, o governo dos Estados Unidos, por determinação do presidente Donald Trump, está tornando públicos documentos até então secretos sobre UAPs, fenômenos ou objetos observados no céu ou em outros domínios que não podem ser identificados como algo conhecido, como aviões, drones, balões, satélites ou fenômenos naturais.

As informações estão sendo disponibilizadas de forma contínua e progressiva desde maio de 2026 no site oficial war.gov/ufo, que já recebeu mais de um bilhão de acessos desde o lançamento.

UAP – Unidentified Anomalous Phenomena – é o termo oficial e atual adotado pelo Pentágono, pela NASA e pela AARO (All-domain Anomaly Resolution Office). Em português, seu equivalente é FANI, Fenômenos Anômalos Não Identificados.

A mudança para UAP, representa uma posição mais neutra. Anômalo significa simplesmente não explicado ou fora do padrão conhecido.

OVNIs e UFOs foram siglas usadas por décadas, porém acabaram estigmatizados por sua forte associação com teorias de vida extraterrestre e alienígenas.

Em 12 de junho de 2026 foi divulgada a terceira leva desses documentos, com mais de 72 itens entre documentos, imagens, gravações de áudio da NASA e vídeos. O destaque foram os relatos e vídeos de testemunhas oculares de objetos estranhos no céu, especialmente orbes, esferas luminosas que mudam de forma, cor, tamanho ou se dividem.

Muita gente que esperava provas concretas de naves recuperadas ou de seres extraterrestres ficou decepcionada. O que se tem até agora é uma quantidade significativa de casos bem documentados que permanecem sem explicação oficial.

Acontece que pessoas sérias e com credibilidade pública, como o astronauta da NASA Edgar Mitchell, da Apollo 14, o sexto homem a pisar na Lua, e o general de brigada Haim Eshed, ex-chefe do programa de segurança espacial de Israel, afirmaram publicamente que já houve contato com inteligência extraterrestre.

E há o mistério de 10 cientistas americanos que desapareceram ou morreram desde meados de 2024. Todos eles tinham acesso a material nuclear ou aeroespacial classificado.

Alguns congressistas americanos, como Tim Burchett, já declararam publicamente que tiveram acesso a depoimentos e informações classificadas que os convenceram da existência de tecnologia e inteligência não-humana. Burchett afirmou ter visto evidências que não podem ser explicadas pela tecnologia humana conhecida. Em entrevista recente, ao falar sobre os briefings confidenciais que recebeu, ele disse que as informações eram do tipo que fariam as pessoas “ficarem acordadas à noite” e acrescentou que não pretendia se suicidar nem correr riscos desnecessários.

Preparem-se. Estamos vendo apenas a ponta do iceberg.

Lucia Sweet

Jornalista

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