Nova estratégia visa igualar eleitores de Bolsonaro aos fanáticos petistas

Para isso estão importando um famoso "marqueteiro francês", Guillaume Liegey, responsável por eleger o esquerdista Macron na França e Obama na campanha de 2008.

O analista político Filipe G. Martins, faz uma excelente análise desta nova estratégia para tentar barrar o candidato Jair Bolsonaro:

"Guillaume Liegey, o estrategista de Emmanuel Macron, chegou hoje ao Brasil prometendo à nossa classe política a fórmula secreta para derrotar o 'populismo', uma palavra-gatilho que, cada vez mais, tem sido esvaziada de seu significado e utilizada para despertar reações contra o Deputado Jair Bolsonaro... que, ironicamente, dentre todos os presidenciáveis, é o menos afeito à demagogia, aos jogos de cena e ao bom-mocismo do marketing político.
Liegey, que também trabalhou nas campanhas de Obama e de uma porção de outros políticos de esquerda apresentados ao público sob um invólucro de novidade, se reunirá com Luciano Huck, Henrique Meirelles, João Dória e Marina Silva. Ele também se encontrará com representantes de lideranças nacionais fabricadas pelo establishment, como os movimentos 'Agora!' e 'Acredito', e tem a pretensão de voltar para a França com um contrato milionário e com a missão de repetir por aqui a façanha de transformar algum figurão do establishment em um outsider biônico; em um candidato capaz de prometer mudança e novidade à população ao mesmo tempo que garante continuidade às classes dominantes.
Os truques de Liegey e de seus parceiros, Vincent Pons e Arthur Muller, não são grande coisa, mas, se surtirem efeito, certamente teremos por aqui o aprofundamento da crise atual e uma situação ainda pior que a da França, onde apenas 12% dos franceses estão satisfeitos com o governo, um número significativamente menor do que os obtidos por Donald Trump nos EUA (em torno de 43%), motivo pelo qual a aprovação de Macron é sempre omitida pela nossa mídia - a mesma mídia que quer nos vender o presidente francês como o modelo a ser seguido e que, frequentemente, alardeia a aprovação do presidente americano como sinal de fracasso e rejeição.
Seja como for, de uma coisa podemos estar certos: como tenho dito desde o início do ano, o Brasil será o próximo palco de um embate entre forças soberanistas e forças globalistas; de uma queda de braço entre o povo e os grupos que o dominam; entre o homem comum e os donos do poder."
Uma coisa precisa ficar bem claro, os eleitores de Lula agem como se pertencessem a uma seita satânica, apoiando o seu candidato independentemente das enormes evidências de seus ilícitos.

Contrariando esta postura, os eleitores de Bolsonaro sonham com um presidente transparente, honesto e "limpo", que de forma independente, possa recolocar o "trem" novamente no trilho.

Quem apoia Bolsonaro afirma com orgulho e determinação: "Nós não temos bandido de estimação, enquanto os petistas...."

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Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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