Seria justo uma disputa física entre um “homem” que se diz “mulher” (XY) e uma mulher verdadeira (XX)?

Seria justo? É essa pergunta que precisa ser respondida urgentemente por nossa sociedade, que anda acostumada a engolir sem refletir, os ‘mantras’ defendidos e repetidos incansavelmente pelos seguidores desta agenda esquerdista global.

Não é uma simples questão ideológica, é muito mais que isto, é uma análise meramente  bio-fisiológica.

Qualquer profissional da área médica ou que entenda de fisiologia do esporte, sabe que um “homem”, por mais que se sinta “mulher”, é dotado de um corpo fisiologicamente diferente do corpo de uma mulher. Sua musculatura, seu esqueleto, seu sistema endócrino com seus hormônios masculinos, seu aparelho cardiovascular e respiratório, possuem diferenças importantes, que acabam por influenciar diretamente no resultado final de seu desempenho físico.

Como colocar então um “homem”, que se auto-identifica como mulher, para disputar em igualdade de condições uma prova feminina, contra uma “simples mulher”? Seja em uma disputa esportiva ou uma mera prova de um concurso qualquer.

É isso que questiona a ex-jogadora de vôlei, Ana Paula, ao ver um transexual disputando partidas contra mulheres na Superliga feminina de voleibol.

“A ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel usou suas redes sociais para criticar a liberação de Tifanny Abreu para atuar na Superliga feminina, o que a torna a primeira transexual a atuar na elite do vôlei brasileiro. Segundo Ana Paula, apesar da autorização dada pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei), ela entende que diversas atletas se sentiram prejudicadas com a decisão.” (Veja). 
Antes eu que seja acusado de homofóbico ou outro adjetivo pejorativo qualquer, daqueles utilizados para inibir quem pensa diferente do que é determinado como “politicamente correto”, gostaria de pedir um pouco de reflexão imparcial sobre esta delicada questão.

É justo esta pseudo-igualdade?

Imaginem o massacre que ocorreria, se isto acontecesse também em um campeonato de UFC.

O mundo parece que enlouqueceu. A agenda “esquerdista”, com seu discurso “igualitário e assistencialista”, tem desafiado não só a lógica, o direito, a fisiologia, a biologia, como também o bom senso de nossa sociedade moderna.

No intuito de conquistar o maior número de simpatizantes e seguidores possíveis, utiliza-se de toda uma estratégia para dividir a nossa sociedade, na esperança de poderem criar o seu “grande exército socialista”, formado por indivíduos alienados, cheios de direitos e com muito poucos deveres e obrigações para com a nossa sociedade.

E isso é só o começo.

”Travestis e transexuais querem participação no concurso da policia militar do Tocantins conforme o gênero.” (notícia publicada dia 19/01/18- afnoticias.com.br).

Esta loucura já está saindo de controle. Competência e mérito são qualidades independentes de qual gênero ou raça o indivíduo pertença.

Para finalizar, fecho o texto com um pensamento do psiquiatra americano Dr.Lyle H. Rossiter:

“O igualitarismo e o assistencialismo do governo esquerdista moderno são incompatíveis com os fatos da natureza e da condição humanas. Mas a ascensão da agenda esquerdista ao poder resultou do fato de que as pessoas das sociedades ocidentais fizeram demandas irracionais para que os governos cuidassem delas e controlassem suas vidas em vez de proteger seus direitos de propriedade. Esta concepção errônea resulta em violações massivas desses direitos, ao mesmo tempo em que permite aos oficiais do governo agir por conta de sua própria psicopatologia. A agenda esquerdista gratifica vários tipos de dependência patológica; aumenta os sentimentos primitivos de inveja e inferioridade; reforça as percepções paranoicas da vitimização; implementa ilusões maníacas de grandeza; explora a autoridade do governo para obter o poder, dominação e vingança; e satisfaz as reivindicações infantis por falsos direitos, comodidade e compensação.”

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Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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