Suzane tenta ‘avançar’ sobre a herança do tio, mas Justiça não permite

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Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo negou liminarmente um recurso apresentado por Suzane Von Richthofen em relação ao processo de herança do tio dela, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto. Ele foi encontrado morto em casa em janeiro deste ano.

Condenada por mandar matar os pais em 2002, Suzane assumiu, em fevereiro, a função de invetariante em meio à disputa familiar envolvendo a herança estimada em R$ 5 milhões.

Segundo o processo, Suzane pediu autorização judicial para usar o espólio do tio para pagar honorários advocatícios. O requerimento foi negado em 1ª instância e Suzane recorreu à 1ª Câmara de Direito Privado de São Paulo, onde novamente obteve negativa.

Ela alegou que a decisão de 1º grau havia desconsiderado a “obrigatoriedade de defesa técnica do espólio em ação judicial de reconhecimento e dissolução de união estável, já em curso, na qual o espólio foi citado”. Não logrou êxito.

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