
Substituta inexpressiva de Wagner expõe a situação traumática da bancada governista

27/06/2026 às 06:38 Política

Lula anunciou na quinta-feira (25), a senadora Teresa Leitão (PT-PE) como nova líder do governo no Senado, um dia após a saída forçada de Jaques Wagner, desgastado pela 9ª fase da Operação Compliance Zero. O anúncio foi feito por Lula no X:
"Designei a senadora Teresa Leitão para assumir a liderança do governo no Senado com a missão de articular projetos como o fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança."
A escolha revela a lógica do Planalto: Teresa Leitão tem mandato até 2031 e não disputa outubro, o que a libera do conflito entre articulação governista e campanha própria. É uma escolha de gestão — ou melhor, de ausência de alternativas. Após quatro anos no Senado, a parlamentar pernambucana não acumula nenhuma iniciativa legislativa de peso, nenhum protagonismo em votações decisivas, nenhuma liderança que a projete além da bancada petista. É uma senadora que passou quatro anos sem deixar marca.
O problema é que Teresa Leitão não é Wagner. O decano baiano acumulava décadas de relações pessoais no Senado, trânsito na oposição e autoridade política construída em múltiplos mandatos. A avaliação interna do governo é que o ministro da Secretaria de Relações Institucionais precisará se envolver muito mais diretamente nas negociações para compensar o peso que Wagner carregava sozinho.
O Banco Master derrubou o líder do governo no Senado em ano eleitoral. Lula substituiu um amigo de 40 anos por uma senadora sem expressão nacional. Quando a melhor opção disponível é uma figura de baixíssimo perfil, o problema não é a escolha — é o estado da bancada.
Segredos e revelações nunca vistas sobre o passado de Lula acabam de vir à tona. Tudo o que o petista tentou esconder está no livro "O Homem Mais Desonesto do Brasil - A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva". Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo:












