Ortobom desmoraliza TST com revelação sobre a gestão da empresa

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A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho finalizou, em 10 de junho, o julgamento do recurso da Ortobom e manteve a condenação da fabricante de colchões ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos. A ação trata de discriminação contra mulheres na promoção a cargos de chefia na unidade da empresa em Arapongas (PR). O ministro Alberto Balazeiro, relator do caso, disse que não houve explicação objetiva plausível.

O caso ganhou o noticiário nos últimos dias. É a clara demonstração do Judiciário tentando influenciar na gestão de uma empresa privada.

A Ortobom se manifestou dizendo que o caso envolve só uma de suas 13 unidades fabris, localizada em Arapongas (PR), e não representa a realidade da companhia como um todo. A empresa afirmou que não pode comentar detalhes do processo por causa do sigilo judicial e declarou ter compromisso com a legislação, com a igualdade de oportunidades e com uma gestão pautada pela meritocracia.

Por fim, fez uma revelação desmoralizante para o TST. A CEO da Ortobom é uma mulher. Carolina Pires assumiu o comando da companhia em dezembro de 2025, tornando-se a primeira executiva de fora da família fundadora a liderar o negócio.

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da Redação
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