

A guerra recomeçou, menos de 10 dias após os dois países assinarem acordo de cessar fogo. Donald Trump voltou a subir o tom contra o Irã, neste sábado (27), e afirmou que a nação persa “deixará de existir” se os Estados Unidos forem “forçados a concluir militarmente” o confronto no Oriente Médio. O Irã violou o acordo.
“Aeronaves dos Estados Unidos acabaram de atacar locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos, além de estações de radar costeiras, por violarem o Acordo de Cessar-Fogo, mais uma vez”.
E complementou o presidente americano:
“Pode chegar um momento em que não seremos mais capazes de ser razoáveis e seremos forçados a concluir militarmente o trabalho que começamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir”.
De acordo com comunicado do Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), a operação militar cumpriu ordens do presidente Donald Trump e é uma “resposta direta à contínua agressão iraniana”.
“Aviões militares dos EUA alvejaram a infraestrutura de vigilância militar iraniana, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, depósitos de drones e capacidades de lançamento de minas”, diz o comunicado dos militares dos EUA.
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