

O ministro Gilmar Mendes deixou nesta terça-feira (30.06) a presidência da 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Não faltou discurso. Na presença do ministro André Mendonça, o decano recuou e amenizou os ataques que fez em um programa de televião:
“É importante destacar que divergências processuais não significam desunião da Corte. A divergência de votos enriquece o julgamento e pode até tornar-se prevalente no futuro.”
Gilmar está possesso com as derrotas que lhe foram aplicadas por Mendonça e com a perda de poder. A eventual ‘rendição’ é meramente estratégica. Todo cuidado é pouco.
Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Veja o vídeo:
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