Polícia fecha relatório e envia ao STF a conclusão sobre o caso da arma de Bolsonaro

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O caso da pistola apreendida com um agente do GSI durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), em Taguatinga, já tem uma conclusão por parte da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

O relatório já foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF). A 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) não indiciou o ex-presidente porque não foram encontrados elementos que caracterizassem o crime de posse ilegal de arma de fogo.

Segundo os investigadores, a pistola tinha registro válido, confirmado pelo Exército, e não havia restrições que impedissem o ex-presidente de mantê-la em sua residência.

Já o agente do GSI Estácio Leite da Silva Filho foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Para a PCDF, embora tivesse porte funcional, ele transportava uma arma registrada em nome de terceiro, em desacordo com o Estatuto do Desarmamento.

“Face ao exposto resta evidente a participação do investigado na empreitada criminosa, pelo qual, com fundamento no art. 2°, §6º da Lei nº 12.830/ 13 e no art. 6° do Código de Processo em virtude da materialidade e dos indícios de autoria colhidos nos presentes autos, indicio ESTÁCIO LEITE DA SILVA FILHO como incurso nas penas do Artigo 16, ‘caput’, c/c Artigo 20, incis Lei 10.826/03”, salientou o relatório do delegado Thiago Boeing.

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da Redação
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