O nefasto recorde brasileiro no jogo contra a Noruega

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A derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, ficará marcada não apenas pelos dois gols de Erling Haaland ou pela eliminação precoce da equipe de Carlo Ancelotti. Pela primeira vez desde que esse tipo de estatística passou a ser contabilizada, em 1966, a seleção brasileira terminou uma partida de Mundial com apenas 34% de posse de bola. Mais do que um recorde negativo, o número resume exatamente o plano traçado pelos noruegueses para chegar às quartas de final.

Segundo dados da Opta, o Brasil jamais havia encerrado um jogo de Copa do Mundo com menos de 40% de posse desde o início da série histórica. A marca anterior era de 44%, registrada na semifinal contra a Holanda, em 1998. Contra a Noruega, porém, a equipe viu o adversário controlar dois terços do jogo.

O domínio da bola refletiu diretamente na dinâmica da partida. A Noruega trocou 680 passes, contra apenas 329 da seleção brasileira, controlando o ritmo do confronto e impedindo que o Brasil encontrasse espaço para acelerar pelos lados com Vinícius Júnior e Rayan.

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