
A história de Caiado não convence: Basta observar a trajetória do seu vice...

10/07/2026 às 19:06 Opinião

Qualquer candidato que se apresente como “de direita” está, na verdade, a serviço do PT, para tirar votos de Flávio Bolsonaro 22, indicado pelo presidente Bolsonaro, e assim favorecer a esquerda.
Nenhum outro político brasileiro tem chances reais de derrotá-lo. E desde quando Gilberto Kassab, presidente do PSD e aliado político do governo Lula, é um vice aceitável para Ronaldo Caiado? Como diz a Bíblia:
Mateus 23:27 “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados: por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos, de cadáveres e de toda espécie de podridão.” Mateus 23:28 “Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.”
Quanto ao atual presidente, no Brasil inteiro ele não consegue reunir mais de cem pessoas para saudá-lo. Seus eleitores parecem estar concentrados apenas nas pesquisas. Devem ser eleitores “virtuais”.
Ao fazer um pequeno resumo dos principais escândalos de corrupção associados ao PT e ao PSDB, vemos a quem interessa manter o establishment no poder.
Entre eles, relembro o Banestado, que teve origem no governo FHC (PSDB) nos anos 1990, com remessas ilegais estimadas em até mais de 100 bilhões de dólares e participação de Sergio Moro, que arquivou o processo sem condenações.
Em 2005 veio o Mensalão, esquema de compra de votos no Congresso durante o primeiro mandato de Lula (PT), com valores estimados em até mais de 1,3 bilhão de reais dependendo da metodologia.
O maior de todos, até agora, foi o Petrolão, revelado pela Lava Jato a partir de 2014, mas ativo entre 2004 e 2012 nos governos Lula e Dilma (PT), com prejuízos na Petrobras estimados em até 42 bilhões de reais segundo laudos da PF, TCU e da própria estatal.
Também se destaca o escândalo do Porto de Santos, com irregularidades em contratos, obras e concessões que envolveram bilhões de reais, no qual Michel Temer, vice-presidente de Dilma, foi investigado e indiciado por suposta participação em esquema de propina, inclusive pela assinatura de decreto em 2017 que beneficiou empresas portuárias.
No atual governo Lula (PT), surgiram novos casos de grande porte, como a fraude no INSS descoberta em 2025, com descontos não autorizados em aposentadorias e pensões que somaram cerca de 6,3 bilhões de reais.
Outro destaque é o caso Banco Master, com fraudes estimadas até o momento em mais de 12 bilhões de reais e conexões com o Executivo.
Além disso, o ministro Juscelino Filho foi indiciado em 2024 por corrupção ligada à Codevasf, e os Correios acumulam rombos projetados entre 10 e 23 bilhões de reais até 2026.
O governo Lula já gastou mais de 7 bilhões de reais em viagens a serviço até agora.
Pela Lei Rouanet, o governo autorizou cerca de 34 bilhões de reais (três vezes o Banco Master?) em incentivos fiscais para projetos culturais apenas em 2023 e 2024. Quanta cultura.
Em suma, não existe um único brasileiro que não saiba qual a “ideologia” responsável pelos maiores esquemas de corrupção do Brasil. E ainda tem gente que quer que continue tudo como d’antes no quartel de Abrantes.
Lucia Sweet
Jornalista












