A estranha morte do poderoso senador republicano Lindsey Graham e a misteriosa doença do RINO Mitch McConnell

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O senador Lindsey Graham, de 71 anos, morreu na noite de 11 de julho de 2026, após “doença breve e repentina”, menos de 24 horas depois de sua décima visita à Ucrânia desde a invasão russa. Em 10 de julho, reuniu-se com Volodymyr Zelensky em Kyiv, que descreveu o encontro como bom e produtivo. Graham visitou também uma fábrica da empresa de defesa SkyFall, viu o desenvolvimento de drones pesados Vampire, drones FPV Shrike e interceptores de Shahed. Defendeu a cooperação entre EUA e Ucrânia na área de drones e anunciou um acordo com a administração Trump para avançar em sanções contra a Rússia, sendo elogiado por Zelensky como um verdadeiro defensor da liberdade.

Imediatamente após o anúncio de sua morte, a Rússia — o bode expiatório dos globalistas — foi acusada de foul play ou envolvimento direto no crime. Tudo é possível, mas é preciso lembrar que Zelensky foi eleito com apoio de George Soros e tornou-se “de facto” o ditador  da Ucrânia ao suspender as eleições enquanto durar a guerra. Culpar a Rússia é muito bom para o comediante ucraniano. E se fosse tão fácil matar alguém na Ucrânia, Zelensky já estaria morto faz tempo.

Graham era aliado próximo de Trump nos últimos anos, embora historicamente fosse visto como RINO (Republican In Name Only - Republicano Apenas no Nome) pela ala mais conservadora, por sua visão intervencionista e laços com o establishment.

Enquanto isso, o senador Mitch McConnell (Kentucky, 84 anos) permanece “sumido”. Está hospitalizado há quase um mês, após relatos de possível parada cardíaca. Socorristas realizaram RCP em sua residência em Washington. Seu escritório divulga apenas atualizações vagas como “continua melhorando” e “trabalha por telefone”. Não há fotos ou vídeos recentes nem informações precisas sobre seu estado de saúde. Em 14 de junho, por volta das 8h30, vizinhos relataram grande movimentação. Duas ambulâncias, um caminhão de bombeiros e policiais do Capitólio bloquearam a rua. Uma pessoa foi retirada em maca, enrolada em cobertor, com os pés expostos e sem máscara de oxigênio. Testemunhas confirmaram que era McConnell, que estava imóvel. McConnell é considerado um dos maiores RINOs do partido. É (ou era) um líder tradicional, pragmático e criticado pela base MAGA por não ser suficientemente “America First”.

Com a morte de Lindsey Graham e a hospitalização de Mitch McConnell, que não vota há quase um mês, o Senado mantém maioria republicana confortável — 53 a 47. A vaga aberta na Carolina do Sul será preenchida por eleição especial, e deve permanecer nas mãos dos republicanos. Projetos ligados ao “Make America Safe Again”, voltados à segurança doméstica, devem continuar avançando sem grandes dificuldades no curto prazo, apesar da ausência temporária de dois senadores influentes.

O que a grande maioria dos americanos deseja, é que apenas cidadãos votem para escolher seus representantes. Para isso é preciso que a cidadania seja comprovada, para evitar fraudes. A  identificação é exigida nos Estados Unidos até mesmo para embarcar num avião ou para visitar a biblioteca presidencial de Obama em Chicago. No entanto, os democratas se opõem veementemente à exigência de identificação para votar.

Por falar em Obama, o prefeito de Chicago já alertou que pretende fechar sua biblioteca recentemente inaugurada, caso o ex-presidente não quite os US$ 14 milhões de dólares que ainda deve da construção da obra. Caloteiro?

Lucia Sweet

Jornalista

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