Advogada é suspeita de intermediar venda de sentenças no STJ

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Uma investigação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o esquema de venda de sentenças na Corte apontou suspeitas de que a advogada Caroline Azeredo atuava como “lobista” no tribunal. O relatório cita três depoimentos colhidos pela sindicância para embasar a informação. Esses dados constam do processo interno que levou à demissão do servidor Márcio Toledo, ex-assessor da ministra Nancy Andrighi. A advogada, por enquanto, não é formalmente investigada.

Procurada, Caroline Azeredo negou irregularidades. Disse que foi retaliada ao ser denunciada pelo ex-companheiro, o advogado Rodrigo Alencastro, à Polícia Civil do Distrito Federal. Foi esse boletim de ocorrência que abriu as investigações.

Azeredo disse também que teve investigação arquivada no Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF. Afirmou atuar “sempre pautada na ética e no rigor técnico e sem nenhuma mácula”.

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