Lula nega vistos a representantes dos EUA e ainda provoca Trump: "Vai apanhar muito"

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Na sexta-feira (24), o governo Lula recusou os pedidos de visto apresentados por Riley M. Barnes, secretário assistente do Departamento de Estado dos Estados Unidos, e Samuel Samson, secretário assistente adjunto. As solicitações haviam sido protocoladas em 20 de julho.

No dia seguinte ao pedido dos vistos, Flávio Bolsonaro (PL), então pré-candidato à Presidência da República, participou de um encontro com embaixadores em Brasília e levantou questionamentos sobre a segurança das urnas eletrônicas.

O evento foi organizado pelo The Brazilian Report em parceria com a Novo Selo Comunicação. Durante sua participação, Flávio citou documentos da CIA relacionados a supostas fraudes eleitorais na Venezuela e afirmou que urnas fabricadas pela empresa Smartmatic, mencionada nesses relatórios, também seriam utilizadas no Brasil. Em resposta, o TSE esclareceu que a Smartmatic jamais forneceu urnas eletrônicas ou softwares para o sistema eleitoral brasileiro.

A decisão de negar a entrada dos representantes norte-americanos ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Semanas antes, o Ministério das Relações Exteriores também havia revogado o visto de Darren Beattie, assessor do presidente Donald Trump.

Além disso, Lula ainda provocou Trump e disse que quem quiser se meter na eleição do Brasil vai “apanhar muito”: 

“Quem quiser vir de fora se meter na eleição brasileira já fica avisado: vai apanhar muito. Quem decide o destino deste país são 157 milhões de eleitores.”

Veja: 

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da Redação Ler comentários e comentar