Tirar o PT do poder não é opção... É questão de sobrevivência

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Um anúncio postado hoje nos classificados de uma cidade do interior perguntava onde se poderia comprar uma cesta básica para pagar em 30 dias. As pessoas estão sem dinheiro para comprar comida.

E o Brasil no cenário internacional? Desce ladeira abaixo, como um caminhão sem freio.

Nossa posição nos principais rankings globais de renda, competitividade, inovação, liberdade econômica e desenvolvimento humano despencou.

No atual governo, em PIB per capita nominal segundo projeções do FMI, ocupamos o 82º lugar entre aproximadamente 192 países, com cerca de US$ 12.313. Enquanto isso, a renda per capita dos top 5 vai de cerca de US$ 227 mil em Liechtenstein, US$ 159 mil em Luxemburgo, US$ 140 mil na Irlanda, US$ 126 mil na Suíça a US$ 110 mil na Islândia.

O Brasil, que já foi a 6ª economia do mundo, recuou agora para a 11ª posição.

No Ranking Mundial de Competitividade do IMD divulgado em 2026, o Brasil caiu sete posições em relação a 2025 e ficou em 65º lugar entre as 70 economias avaliadas — à frente apenas de México, Botsuana, Mongólia, Nigéria, Namíbia e Venezuela. O ranking avalia a capacidade de criar ambiente favorável às empresas em desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura.

No indicador de poder de compra as perspectivas também são ruins. O PIB per capita projetado pelo FMI em PPP (paridade do poder de compra), que ajusta o valor pelo custo de vida local, coloca o Brasil em torno do 85º lugar mundial.

As contas públicas refletem o mesmo quadro. No primeiro semestre de 2026 o governo federal acumulou déficit primário de R$ 92,9 bilhões. 81,6% das famílias brasileiras estão endividadas e 29,9% têm contas em atraso.

Desde que o atual governo tomou posse, a dívida bruta subiu de 73,5% do PIB no fim de 2022 para 81,1% do PIB em maio de 2026, um avanço de 7,6 pontos percentuais. Em valores absolutos, o endividamento já ultrapassa R$ 10 trilhões.

Vale lembrar que ao final do governo Bolsonaro, mesmo com a pandemia que fechou o mundo, as principais estatais federais registravam lucros e a dívida pública estava em cerca de R$ 7,2 trilhões. Foram concluídas mais de 22 mil obras.

Creio que não há quem não perceba o momento crucial que estamos vivendo. Só finge que não vê quem está se beneficiando do redemoinho de corrupção que prendeu o Brasil no olho do furacão.

Nossa única chance de NÃO virarmos Cuba ou Venezuela, antes do Maduro ser preso, é concentrarmos nossos votos em Flávio Bolsonaro e em seus aliados para o Congresso.

Precisamos tirar o PT do poder. Tirar o PT não é opção. Trata-se de sobrevivência.

Foto de Lucia Sweet

Lucia Sweet

Jornalista

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