Jones Manoel, Thiago Ávila, Manuela e Luciana Genro: Amoral cumplicidade com a barbárie

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Um texto publicado nas redes sociais pelo empresário Roberto Rachewsky é cirúrgico no sentido de demonstrar de maneira inequívoca que certos políticos de extrema esquerda cruzaram uma linha moral da qual é quase impossível o retorno. Pessoas como Jones Manoel, Thiago Ávila, Manuela D'Ávila e Luciana Genro são incapazes de condenar com firmeza e de forma clara estupros, sequestros, torturas e assassinatos deliberados de civis quando cometidos por criminosos de seu mesmo campo ideológico. É a barbárie incrustada na sociedade. Confira o texto:

“Na minha opinião, Jones Manoel, Thiago Ávila, Manuela D'Ávila e Luciana Genro cruzaram uma linha moral da qual não se volta facilmente. Quando alguém é incapaz de condenar de forma clara e inequívoca estupros, sequestros, torturas e assassinatos deliberados de civis porque os autores pertencem ao campo ideológico que apoia, deixa de defender uma causa e passa a demonstrar lealdade a ela acima da própria humanidade.
Não sei o que se passa na consciência dessas pessoas. Sei apenas que, para as vítimas, o resultado é devastador. O silêncio, a relativização e as justificativas funcionam como uma forma de cumplicidade moral. Quem se recusa a chamar o mal pelo nome quando ele serve aos seus objetivos políticos contribui para legitimá-lo.
É por isso que associo esse comportamento a traços que, na minha visão, lembram a psicopatia. Não estou falando de um diagnóstico médico. Estou falando de uma falência moral: a perda da capacidade de sentir indignação diante da barbárie quando ela beneficia a própria tribo ideológica.
Se fosse só isso, poderíamos considerá-los mentalmente doentes, mas no caso desses indivíduos, há um agravamento. Eles não são apenas relativistas, eles não são apenas omissos, eles não estão apenas se evadindo. Eles são cúmplices e gostariam de ter, eles próprios, encarnado o mal para praticarem aquelas barbaridades.
Psolistas são tão psicopatas como seus ídolos  foram: Lenin, Stalin, Mao, Fidel, Che Guevara, Pol Pot e recentemente as bestas que governaram o Irã e comandavam o Hamas e o Hezbollah.
Esse pessoal não quer participar da política para construir uma sociedade civilizada, livre e próspera. Eles querem apenas capturar o poder coercitivo do Estado para implantar seu projeto  totalitário para enriquecimento próprio e aniquilação dos seus opositores.
Chamá-los de irracionais, anticapitalistas, antissemitas, antiamericanos, anticivilização não os impressiona. Nem chamá-los de psicopatas. Para eles, isso é elogio.
É como chamar petistas de corruptos.
Tô falando que liberdade de expressão é o que nos permite identificar quem pensa diferente da gente e costumam nos chamar do que são.”

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