Tudo começou quando o atual ministro da Saúde de Lula submeteu médicos cubanos a trabalho forçado

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Alexandre Padilha voltou a ser ministro da Saúde no atual governo do PT. Já ocupara a pasta entre 2011 e 2014, sob Dilma Rousseff, e foi o principal formulador do Mais Médicos.

Justamente por causa desse programa, em 2025 os EUA cancelaram os vistos de sua família (o dele já estava vencido). O governo americano considera que o programa submeteu médicos cubanos a trabalho forçado: os salários iam para o governo de Cuba e os profissionais ficavam praticamente com uma esmola.

O governo brasileiro retaliou negando o visto a Darren Beattie, conselheiro sênior do Departamento de Estado para o Brasil, que não escravizou ninguém.

A escalada de atos hostis e ofensas públicas por parte de Lula ou seu doppelgänger culminou com a revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA e tensões com Israel e Argentina. Na Venezuela, a queda de Maduro começou exatamente assim.

Enquanto isso, Robert F. Kennedy Jr. – RFK Jr. – secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, cargo equivalente no Brasil a ministro da Saúde, trata de temas bem mais importantes. Entre eles, a controversa pandemia de Covid e os meios usados para enfrentá-la.

Com teorias de conspiração anunciando  o surgimento de um novo vírus a qualquer momento, medidas estão sendo tomadas para que nunca mais  seja tão fácil dominar o mundo.

RFK Jr. afirma que a resposta oficial americana à Covid foi um fracasso:

“Fizemos praticamente tudo errado da última vez. Os lockdowns causaram mais danos que o vírus — perda de empregos, crise de saúde mental, atraso educacional e transferência de riqueza." 

Em futuras pandemias, liberdades individuais devem prevalecer sobre as medidas de saúde pública.

Além do mais, RFK Jr. considera que a supressão de direitos e a censura a médicos e cientistas que contestaram a condução da pandemia, foram desastrosas e chamou a vacina de COVID, especialmente as de mRNA, de “a vacina mais mortal já feita”. Ele apoia a teoria da fuga de laboratório — lab-leak –  e culpa Anthony Fauci por má gestão. Vê a pandemia como um “teste de poder tecnocrático”.

Como resultado prático, os EUA saíram formalmente da OMS em 22 de janeiro de 2026, cortando financiamento e pessoal.

Na mesma linha de raciocínio, o senador republicano Rand Paul declarou que a pandemia “não apenas expôs um vírus". Expôs também a rapidez com que governos suprimem liberdades básicas no momento em que arranjam uma desculpa. Citou lockdowns que fecharam igrejas enquanto lojas de bebidas permaneciam abertas, mandatos de vacina que custaram empregos e restrições usadas como controle.

Por último, mas não menos importante, o juiz Neil Gorsuch, da Suprema Corte, descreveu os decretos de emergência como uma das “maiores intromissões nas liberdades civis” da história moderna dos EUA em tempos de paz.

No Brasil, contudo, a imprensa, com honrosas exceções, ignora esses temas e passa a maior parte do tempo criando distrações para tirar o foco dos novos escândalos de corrupção deste quarto mandato do PT, que conseguiu superar todos os anteriores para o mal. É praticamente um escândalo por semana, muitos envolvendo o primeiro escalão do governo e familiares de autoridades.

Para tirar nosso país desse atoleiro político, econômico, ético, educacional e de saúde pública, precisamos aproveitar a chance de afastar a esquerda do poder e votar em Flávio Bolsonaro e seus aliados. Trata-se de independência ou morte. Não anule seu voto nem se abstenha de votar.

Foto de Lucia Sweet

Lucia Sweet

Jornalista

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