A escalada progressiva do escândalo Lulinha, a munição eleitoral para a oposição e a pergunta que não quer calar...
09/08/2026 às 09:46 Política
O escândalo de Lulinha já acumula 397 mil menções em sete dias nas redes, quase empatando com o caso Jaques Wagner e se aproximando do “tarifaço” de Trump. O levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra escalada progressiva: de 61,5 mil em 24h para 220,4 mil em 72h.
O motor não é o eleitorado “raivoso”, mas a percepção de impunidade: o filho de Lula é investigado por tráfico de influência, corrupção e desvio em contratos bilionários de cannabis medicinal no Ministério da Saúde, com delação apontando R$ 25 milhões em propina.
Enquanto a PF e a mídia tratam o caso com cautela, sem o mesmo alarde reservado à oposição, Lulinha é alvo de pelo menos três inquéritos no STF, com suspeitas de receber “mesada” de R$ 300 mil do “Careca do INSS” e comissões milionárias.
A narrativa oficial fala em “explicações” e “colaboração”, mas o silêncio do Palácio sobre o filho é ensurdecedor. A diferença de tratamento é gritante: a impunidade seletiva do clã petista.
O caso reacende o tema corrupção, que o PT tentou enterrar sob o discurso de “combate às fake news”. A oposição usa o episódio como munição eleitoral, expondo a promiscuidade entre o núcleo duro do governo, lobistas e empresários.
A pergunta que fica: o STF e a PF aplicarão o mesmo rigor das operações contra a oposição, ou o sistema encontrará mais um “remédio judicial” para blindar o clã?
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da Redação