Quando Bolsonaro foi esfaqueado em plena campanha para presidência da República, houve comoção nacional para que os sigilos dos advogados de Adélio fossem quebrados. O Supremo proibiu a quebra, alegando que o sigilo do advogado era base para a democracia e o direito.
Com a denúncia no Maranhão, vemos que a proporção é diferente. Além da busca e apreensão, a violação do sigilo de fonte mostra que o Brasil entrou na lista suja da censura. O precedente é terrível. Cobrem posição da OAB e de todas as associações de jornalistas do país.
Victor Vonn Serran
Articulista