
Piada pronta: Moraes quer julgar quebra de sigilo da fonte na 1ª turma, onde atuam ele e Dino

14/08/2026 às 15:15 Direito e Justiça

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O ministro Alexandre de Moraes afirmou, nesta quinta-feira (13), que há indícios de que um jornalista e um advogado atuaram para “perseguir” o ministro Flávio Dino e disse que o sigilo da fonte não pode “ser instrumento de impunidade criminal”. Moraes afirmou ainda que caberá à 1ª Turma do STF julgar eventuais recursos dos investigados.
Mais um absurdo, vez que ele e Dino que compõem a 1ª turma são parte diretamente interessada no caso, sendo Dino a própria vítima.
A declaração sucedeu uma fala do ministro Luiz Edson Fachin, presidente do tribunal, que assegurou que as apurações da Polícia Federal sobre possível crime de perseguição ao ministro Flávio Dino não podem afetar a “atividade jornalística legítima”. Ao contrário de Moraes, Fachin indicou que o caso poderia ser analisado pelo Plenário do tribunal.
Moraes determinou a quebra do sigilo do celular do jornalista para chegar à fonte das informações, o ex-secretário do governo do Maranhão, Raimundo Cutrim.
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