Atletas trans como Tiffany estão proibidas de participar de competições femininas de vôlei no Brasil
15/08/2026 às 07:50 Esportes
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) uma nova política de elegibilidade para as competições femininas nacionais.
A entidade passou a adotar critérios alinhados à política do Comitê Olímpico Internacional (COI), da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e da Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).
Pela nova regra, a elegibilidade na categoria feminina será restrita a atletas do sexo biológico feminino, com verificação por meio de teste genético para identificar a presença do gene SRY.
A mudança afeta diretamente atletas trans que disputavam competições femininas no Brasil, entre elas Tifanny Abreu, do Osasco. A jogadora é a principal atleta impactada pela alteração e vai ficar de fora da próxima temporada da Superliga Feminina.
A nova política será aplicada às principais competições nacionais, incluindo a Superliga A e B da temporada 2026/2027, a Supercopa 2026 e a Copa Brasil 2027.
A CBV afirmou que a mudança busca alinhar as regras nacionais aos critérios internacionais de elegibilidade para a categoria feminina.
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da Redação