O incidente envolvendo o helicóptero Marine One: Por que o Brasil entra nisso?

Ler na área do assinante

Siga o Jornal da Cidade Online no Google

Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.

Adicionar

Imbróglio envolvendo o helicóptero Marine One, usado pelo presidente Donald Trump, e um jato Embraer E170 da Envoy Air, subsidiária da American Airlines, que saiu de Washington (DCA) rumo a Pensacola, na Flórida.

A intenção das notícias é provocar inquietação e ganhar likes. O que realmente aconteceu, sem sensacionalismo?

Em 4 de agosto de 2026, o Marine One, com Donald Trump a bordo, decolou da Casa Branca e passou perto demais de um Embraer E170 da Envoy Air (voo 3742, destino Pensacola), próximo ao Aeroporto Ronald Reagan, em Washington. O jato tem capacidade de cerca de 76 assentos; o número exato de passageiros naquele voo não foi divulgado.

A distância ficou abaixo do mínimo de segurança — cerca de 1,3 a 1,5 km na horizontal. Houve falha de comunicação: o aviso padrão de três minutos antes da decolagem do helicóptero não chegou à torre, que autorizou a decolagem do avião comercial. As duas aeronaves seguiram normalmente e pousaram sem feridos. A Casa Branca afirmou que o presidente não correu perigo.

O relatório preliminar do NTSB aponta que obras na Casa Branca obrigaram o helicóptero a decolar de um local temporário (The Ellipse), o que prejudicou o sinal de rádio com a torre.

Por que o Brasil entra nisso? Procedimento padrão da Convenção de Chicago. O NTSB notificou o Cenipa, da FAB, para acompanhar a investigação. O país que projetou e fabricou a aeronave comercial — no caso, a Embraer — deve ser informado e pode enviar um investigador acreditado.

A FAB confirmou a notificação e designou um representante. That’s all, folks.

Foto de Lucia Sweet

Lucia Sweet

Jornalista

Ler comentários e comentar