
Amedrontado, Lula faz pedido medonho ao TSE contra Flávio Bolsonaro

30/08/2026 às 13:55 Direito e Justiça

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A campanha do petista Lula levou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para cassar o registro da chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e declarar o senador inelegível.
O "surto" é geral... Medo escancarado!
A representação questiona a presença do candidato à Presidência na abertura da Festa do Peão de Barretos, em São Paulo.
Durante o evento, Flávio discursou e direcionou sua fala ao agronegócio, sem fazer menção direta a Lula. Na avaliação da coligação do petista, entretanto, a participação teria excedido os limites estabelecidos pela legislação eleitoral e permitido que a estrutura da festa fosse utilizada para dar visibilidade à candidatura.
Os advogados da campanha sustentam que a utilização de equipamentos profissionais de som e iluminação diante do público teria garantido exposição eleitoral custeada por terceiros. Na ação, o episódio é descrito como um “showmício” disfarçado, com alegação de suposto abuso de poder econômico.
A partir desses argumentos, a campanha de Lula solicita ao TSE a cassação não somente do registro de Flávio Bolsonaro, mas também da chapa composta pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente.
Campanha questiona ainda conteúdos produzidos com inteligência artificial
Paralelamente à ação relacionada à Festa do Peão de Barretos, a coligação governista apresentou outra demanda ao TSE contra materiais publicados por Flávio e seus aliados com auxílio de inteligência artificial.
Entre os conteúdos contestados estão vídeos nos quais imagens de Lula aparecem sincronizadas com uma trilha sonora justamente no momento em que é pronunciada a palavra “bandido”. O material também apresenta a frase
“Devemos chamar a polícia?”.
A campanha petista pediu que a Corte eleitoral determine a remoção das publicações no prazo de 24 horas e ordene às plataformas digitais que deixem os conteúdos indisponíveis. A solicitação inclui ainda a proibição de novas republicações do material.
Os advogados também requerem a imposição de multa diária caso as determinações não sejam cumpridas. Ao término do processo, a campanha pede que seja aplicada penalidade de até R$ 30 mil por publicação e por representado.
A disputa ocorre em meio ao debate do próprio TSE sobre os limites para o emprego de inteligência artificial nas eleições de 2026. Na terça-feira, 1º, a Corte deve julgar outro processo relacionado a conteúdo sintético: uma ação apresentada pela Federação Brasil da Esperança contra um vídeo produzido com IA de Jair Bolsonaro e exibido durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio.
O julgamento poderá contribuir para definir critérios sobre o que caracteriza deepfake e estabelecer quais formas de utilização da inteligência artificial são permitidas na propaganda eleitoral.
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