
Traiçoeiramente a Justiça Eleitoral mira a mulher de Ramagem e tenta barrar sua candidatura

10/09/2026 às 06:37 Política

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Mais um absurdo judicial. A candidatura de Rebeca Ramagem (PL) entrou no filtro da Justiça Eleitoral do Rio. O motivo é esdrúxulo. É o fato de ser casada com Alexandre Ramagem.
Rebeca foi intimada esta semana a se manifestar, no prazo de três dias, sobre a condenação do marido “pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e Golpe de Estado”. O despacho da Justiça Eleitoral também cita possível incidência do artigo 17 da Constituição Federal, que proíbe expressamente a utilização pelos partidos de organização paramilitar.
É o mesmo artigo que vem sendo usado como base pelo tribunal para barrar o registro de candidatos suspeitos de ligação com o crime organizado. O deferimento do registro de Rebeca ainda está pendente de julgamento. Após sua manifestação, o caso será remetido à Procuradoria Regional Eleitoral.
É a primeira vez que Rebeca, procuradora do estado de Roraima, tenta entrar na política. No Rio, ela busca atrair o voto de antigos eleitores do marido.
No Instagram, ela divulga suas bandeiras:
“Quero voltar ao meu Rio e chegar em Brasília com a missão de defender a justiça, a liberdade e os limites dos Poderes”.
Veja o vídeo:
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