Poucas horas antes do julgamento de Moraes, vaza informação chocante de dentro do Governo Trump

Ler na área do assinante

Siga o Jornal da Cidade Online no Google

Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.

Adicionar

Às vésperas da sessão do Supremo Tribunal Federal que deve definir o futuro do ministro Alexandre de Moraes, autoridades dos Estados Unidos dizem que novas sanções da Lei Global Magnitsky contra ele —e parte de seus colegas— podem acontecer a qualquer momento.

Diz o UOL:

Segundo a coluna apurou, o processo contra Moraes que levou à imposição da Magnitsky no ano passado segue sendo considerado válido pelo Tesouro dos EUA e bastaria que o Departamento de Estado, sob comando de Marco Rúbio, desse o 'OK' para a retomada das punições financeiras ao ministro (bem como à sua esposa, Viviane Barci, e ao escritório do casal) para que fossem reativadas pelo Ofac, sigla em inglês para Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA.

Procurado, o Tesouro dos EUA disse que não comenta a possibilidade de imposição de sanções.

No ano passado, foi o Departamento de Estado quem desfez as sanções a Moraes citando novas prioridades "da política externa" dos EUA, depois de uma negociação triangulada entre o presidente Lula e sua diplomacia, empresários com entrada na Casa Branca, como Joesley Batista, e auxiliares de Trump, como o embaixador Richard Grenell.

Como o UOL mostrou na semana passada, o Departamento de Estado tem acompanhado de perto a crise dentro do Supremo, detonada pelo pedido do ministro André Mendonça para que o plenário da Corte decida se Moraes deve ser investigado por sua relação com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro.

Mendonça tornou públicas supostas mensagens que, segundo a Polícia Federal, teriam sido enviadas por Vorcaro a Moraes, na qual ele pede orientações e informações sobre processos judiciais e policiais sigilosos dos quais era alvo. De outro lado, no mesmo período, o escritório do qual Viviane Barci de Moraes é sócia fechou um contrato multimilionário com Vorcaro.

Do resultado da sessão de amanhã, deve depender uma decisão final do Departamento de Estado sobre a retomada da Magnitsky a Moraes e a possibilidade de estendê-la a ao menos parte dos colegas, entre os quais Flávio Dino e Gilmar Mendes. Nesse caso, porém, o processo burocrático pode ser mais longo.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o comentarista político Paulo Figueiredo virão a Washington na próxima quarta-feira (16) para reuniões que, de acordo com fontes dos EUA, podem "acelerar" as sanções a Moraes e aos demais.

Há alguns dias, Figueiredo disse em seu programa que já sentia "o cheiro" das sanções, de tão perto que elas estavam. Procurado pelo UOL, ele disse que não comenta "possibilidades em discussão". Eduardo não respondeu.

O retorno da Magnitsky a Moraes pode acontecer no mesmo momento em que pesquisas de opinião mostram o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula (PT) na disputa eleitoral de segundo turno. Autoridades da diplomacia americana, no entanto, dizem que eventual retomada da Magnitsky ao ministro não decorrem do processo eleitoral, e sim de um "recálculo" de prioridades da política externa do governo Trump.

A coluna apurou que uma pesquisa de opinião contratada pelo governo dos EUA pela gestão Trump para entender o impacto de sanções na corrida eleitoral trouxe como resultado que os brasileiros não veriam as medidas como interferência nem as conectariam a Flávio Bolsonaro. Isso retirou parte das preocupações do governo Trump que seguravam tais ações. Além disso, o fato de Flávio ter subido nas pesquisas em decorrência de uma crise política domesticamente provocada também retiraram a pressão de Washington.

O governo Trump está dividido entre uma ala que gostaria de apoiar abertamente Flávio Bolsonaro, recebido pessoalmente pelo próprio Trump, seu vice JD Vance, e pelo secretário Rubio em maio, e outra que quer manter distância para não implodir pontes com um eventual quarto governo Lula.

Pensando nas eleições e em quem valoriza o patriotismo e o respeito aos símbolos nacionais, o Jornal da Cidade Online preparou uma oferta especial por tempo limitado: na compra de uma Bandeira do Brasil, você recebe de presente um livro conservador exclusivo com conteúdo muito especial às vésperas da eleição. Tudo com FRETE GRÁTIS para todo o Brasil.

Seja na fachada de casa, na janela, em encontros familiares, eventos patrióticos ou nos dias de jogo da Seleção, a bandeira se torna um símbolo de união, esperança e pertencimento. 

Não perca essa oportunidade, estampe o seu "amor" e apoie a continuidade do nosso trabalho! Basta clicar no link abaixo:

https://conteudoconservador.news/jco-vende/

Contamos com você!

da Redação Ler comentários e comentar