Edson Fachin ‘rides again’: “Está em jogo o destino das investigações” (veja o vídeo)
17/09/2026 às 05:56 Opinião
Edson Fachin tirou (arbitrariamente, segundo afirmam alguns juristas) três relatorias de André Mendonça. O ministro Mendonça deixa os casos Master, INSS e o Moraes. Essas relatorias envolvem o Lulinha, filho do Lula (INSS), Dias Toffoli, ministro do Lula e o próprio Alexandre, o Pequeno. Causa? Só vejo uma, a real: Mendonça estava agindo corretamente, expondo o tecido podre do STF, também conhecido hoje como Supremo Tayayá Federal e, naturalmente e sem intenção, prejudicando o projeto de reeleição de Lula, o maior corrupto jamais gestado em uma democracia ocidental.
Fachin já fora o advogado defensor do MST no Paraná. Dizem que defendia o bando do MST de graça, tal a sua identificação com a ‘causa’ do comunista João Pedro Stédile.
Fachin foi levado ao STF por Dilma Rousseff, em pagamento pela campanha para sua reeleição em 2014: Fachin subira ao palanque de Dilma, em Curitiba, para pedir voto para a descerebrada petista (desculpem o pleonasmo!).
Fachin é o degenerado que, após vários habeas corpus em favor de Lula, todos negados, resolveu encontrar um erro de CEP (a 13ª Vara de Curitiba, de Sergio Moro) e anulou todas as condenações de Lula que, repito, é o maior corrupto jamais gestado no seio de uma democracia ocidental.
Pela caneta de Fachin, Lula voltou ao Planalto, a tal “cena do crime”, como bem a descreveu Geraldo Alckmin, hoje o seu vice na Presidência da República.
Agora, com a relatoria retirada de Mendonça, o Lulinha (filho de Lula), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli (caso Master) ficarão livre e rindo do Brasil e dos brasileiros. A História vai se repetir, não se tenha dúvidas: na terça feira (15) a corrupção venceu, mais uma vez, no Brasil.
Não se iludam, o "julgamento" acabará em Pizza, sob a égide de Fachin, para a felicidade e desafogo da banda podre do STF.
Repito: não se iludam, Fachin, pelo seu histórico, não é flor que se cheire; ele é parte integrante do sistema sujo que nos governa.
No Brasil vigora o faroeste invertido: o bandido persegue e prende o mocinho. Mendonça deve estar percebendo isto na carne e na consciência! Fachin, hoje, preside o "Sistema".
Assistam ao vídeo abaixo, da advogada Katia Magalhães e, por favor, compartilhem este texto.
Veja o video:
José J. de Espíndola
Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.