Toffoli tirou Bernardo da cadeia e engavetou pedido da PF para interrogar Gleisi (Veja o Vídeo)

No dia 23 de junho de 2016 o ex-ministro Paulo Bernardo foi preso pela Polícia Federal, numa operação que apurava o pagamento de propina referente a contratos de prestação de serviços de informática pela empresa Consist, no valor de R$ 100 milhões.

A PF também vasculhou o apartamento de Bernardo e sua esposa senadora Gleisi Hoffmann.

O casal, tudo indica, está envolvido até o pescoço no caso. Gleisi ainda saiu ilesa graças ao seu malfadado ‘foro privilegiado’.

Estranhamente, seis dias após a prisão, Bernardo conseguiu uma ordem de Habeas Corpus determinada pelo ministro Dias Toffoli.

Para Toffoli, não havia provas que justificassem a manutenção da medida contra Bernardo.

Um absurdo equívoco do ministro que, por certo, atrapalhou bastante o andamento das investigações.

Eis que há menos de um ano do episódio, já em abril de 2017, a Polícia Federal oficiou ao mesmo ministro Dias Toffoli, requerendo autorização para interrogar Gleisi Hoffmann.

Hoje, passados quase um ano deste pleito, a PF não recebeu ainda nenhuma resposta do magistrado.

Parece óbvio que Toffoli não quer que as investigações que atingem o casal petista avancem.

A rigor, como ex-advogado do PT, Toffoli deveria se declarar suspeito para atuar no caso. Não o faz e ainda atravanca nitidamente o andamento das investigações.

É lamentável.

Abaixo veja um vídeo que o movimento "Vem Pra Rua' preparou denunciando o fato:




da Redação

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