Como crupiês de jogo sujo, a ala de maus ministros quer consumar o sequestro do STF. Dino atropela Fachin
19/09/2026 às 14:37 Opinião
A institucionalidade no Supremo Tribunal Federal é uma prática que já foi extirpada da mais alta corte do país. Seu uso se presta apenas, e tão somente, para discursos inflamados daqueles que querem impor suas obscuras pretensões, equivalente à prática maliciosa da democracia na política. Ou seja, a INSTITUCIONALIDADE e a DEMOCRACIA são apenas ferramentas exploradas de forma vil.
Acuados que estão, ministros como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, flávio dino e Cristiano Zanin, atuam para sequestrar o STF e sacramentar o golpe judicial, em curso há anos.
Sem saída, ministros envolvidos com o escândalo do Banco Master e com o banqueiro Daniel Vorcaro, não julgam ser o suficiente apenas tirar o ministro André Mendonça da relatoria do Master, bem como do caso INSS, mas querem jogar o presidente do STF, Edson Fachin, na vala comum de subalternos do tribunal maior.
Pudores, já perderam.
Em ofício encaminhado a Gilmar Mendes, flávio dino deixa claro que a pretensão, além de tumultuar o processo, é tirar Edson Fachin do caminho. Fato é, que o grupo está estendendo a sessão do último dia 15, já declarada encerrada, de forma paralela, e querendo assumir o protagonismo das decisões. O pretexto usado é, em palavras diretas, colocar todos os ministros citados nas investigações, com o mesmo peso e grau de envolvimento, e no mesmo balaio de gato que transformaram a questão jurídica, ora debatida na instituição centenária da República do Brasil. Essa pretensão, a bem da justiça, é diferente de querer investigar todos os envolvidos, mas com cada macaco no seu galho.
Não se pode deixar de considerar dois pontos cruciais nesta situação específica: trata-se de um fator certo e determinado que tem o envolvimento de um ministro da corte, Alexandre de Moraes, com o investigado em crimes Daniel Vorcaro. O outro ponto diz respeito, e a bem da verdade, que não se trata de um processo judicial, mas sim de um inquérito administrativo, o que não importa, em hipótese alguma, em nulidades como querem alcançar. É um procedimento investigativo.
Os ministros citados, atuam mais como cúmplices de uma causa do que como magistrados.
Abaixo, o destaque da conclusão do ofício, e a seguir a íntegra do documento:
Alexandre Siqueira
Vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Independente e Afiliados - AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite: http://livrariafactus.com.br