O padre, a relação homossexual, a extorsão e o homicídio de um PM

O escândalo sexual viralizou nos grupos de WhatsApp e chocou a cidade.

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Um escândalo sem precedentes está sendo vivenciado pelos moradores de Matão, cidade de pouco mais de 80 mil habitantes, localizada na região de Araraquara, no interior de São Paulo.

O personagem central é o padre Edson Maurício, da Paróquia de Santo Expedito, flagrado e filmado numa relação homossexual com um ex-detento, que tentou extorqui-lo.

O escândalo sexual viralizou nos grupos de WhatsApp e chocou a cidade.

O ex-detento Edson Ricardo da Silva, estava extorquindo e ameaçando o padre, exigindo R$ 80 mil para não fazer revelações sobre o caso amoroso. Após negociações, o rapaz concordou em receber R$ 60 mil.

Orientado pelo sargento PM Paulo Sérgio Arruda, o padre marcou um dia para efetuar o pagamento. Era uma cilada para o amante.

No dia marcado, Arruda aguardava na casa juntamente com outros três policiais.

Tudo deu errado.

Edson acabou matando o sargento no interior da casa do padre, na segunda-feira (19)

Com isso, as imagens tornaram-se públicas, o padre ficou totalmente desmoralizado e a cidade chocada.

Edson nega que tenha sido o autor dos disparos. Ele alega que o relacionamento homossexual durava três anos e teria decidido armar o episódio da extorsão depois que o padre passou a exigir exclusividade. Ele era casado e vivia problemas com a mulher, desconfiada de sua estreita amizade com o sacerdote.

A situação do padre Edson Maurício é agora extremamente complicada. Em Matão ninguém sabe de seu paradeiro e a diocese de São Carlos já o suspendeu de suas funções com base no sexto mandamento do Decálogo, que diz respeito à castidade do sacerdote, com escândalo público.

da Redação

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