Isolamento não é soberania... O Brasil do Lula escolheu as facções criminosas

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O governo do PT usou a ONU como palanque eleitoral, a 12 dias do primeiro turno. Jornais como Folha de S.Paulo e Gazeta do Povo trataram o discurso como campanha no púlpito internacional.

O presidente do país do Carnaval — país em que a máfia é citada como referência em ética por altas autoridades do Judiciário — compareceu fantasiado de mafioso, para divulgar seu programa de governo, inadequado para o foro, com seus planos para acabar de destruir a economia e, consequentemente, o Brasil. Falou de escala 6x1, PIX, bets, “democracia versus negacionismo” e “inimigos internos e externos da vontade popular”. Atacou os Estados Unidos com slogans ultrapassados dos marqueteiros do PT e do PSOL, como o “Brasil não cabe no quintal de ninguém”; condenou interferência externa na Venezuela, Nicarágua, Haiti e Cuba; chamou tarifas de chantagem; afirmou que “não precisamos de porta-aviões patrulhando nossas águas” nem de “ingerência em eleições”. Ignorou, of course, a parceria da esquerda brasileira com a USAID do governo Biden, que interferiu diretamente nas eleições de 2022.

Hoje temos o presidente Bolsonaro e membros do seu governo presos, com exilados e milhares de inocentes condenados, presos e perseguidos por um golpe que não houve, enquanto os verdadeiros criminosos estão soltos. Um lado pode tudo, o outro é criminalizado e perseguido. Estão “prendendo” até retratos do presidente Bolsonaro em campanha do PL no Rio de Janeiro.

A comitiva que viajou para fazer parte desse palanque eleitoral imoral custou ao povo brasileiro outra fortuna. O atual governo autorizou pelo menos 73 pessoas no Diário Oficial, mas o total pode ser bem maior, porque despachos do Gabinete Pessoal e da Assessoria Especial não listam todos os nomes e as comitivas técnica e de segurança ficam sob sigilo do GSI.

O valor oficial total desta viagem ainda não foi consolidado no Portal da Transparência, mas, pelo que já foi publicado, as despesas em 48 horas de hospedagem foram: hotel Grand Hyatt (Lula), R$ 2.217.655,99; Park Lane (maior parte da comitiva), R$ 1.014.867,56; mais cavaletes para bloquear a rua, R$ 8,7 mil. Só em hotéis foram torrados cerca de R$ 3,2 milhões. Isso não inclui passagens da FAB, diárias, carros, segurança, intérpretes e salas.

Last but not least, para o mundo inteiro ver, o Brasil ficou de fora do Escudo das Américas, a coalizão que reúne países do continente para combater cartéis e facções com congelamento de ativos, restrição de vistos e perseguição a quem dá apoio logístico. Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e outros vizinhos assinaram a declaração. O Itamaraty, não. A coalizão listou PCC e Comando Vermelho entre 24 facções narcoterroristas.

Isolamento não é soberania. O Brasil do lula escolheu as facções.

Lucia Sweet

Jornalista

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