
EXCLUSIVO: Como a esquerda tentou atingir Flávio Bolsonaro com a maior covardia dessa eleição

02/10/2026 às 21:32 Política

Siga o Jornal da Cidade Online no Google
Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.
Em mais um capítulo de uma das eleições mais difíceis da história do Brasil, começou a circular a notícia que o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, caso eleito, tiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Tudo começou com um comentário equivocado na GloboNews. A jornalista Maria Cristina Fernandes falou de um suposto movimento de evangélicos que estaria mobilizando um projeto de lei para retirar a santa da condição de padroeira, sugerindo que isso poderia mobilizar católicos a favor de Lula. O trecho viralizou rapidamente e foi distorcido nas redes, associando a ideia diretamente a Flávio Bolsonaro.
Horas depois, a própria emissora se retratou no “Edição da Meia-Noite”: a proposta citada era de dezembro de 2007, apresentada por um deputado da época e arquivada em agosto de 2008. Pediram desculpas pelo erro.

Flávio reagiu com clareza, denunciando a mentira. Mas a correção não impediu a atuação da máquina de propaganda da esquerda. Deputados e vereadores de partidos como PSOL, PT e PCdoB embarcaram de cabeça no boato, mesmo após o desmentido oficial. Um ranking de engajamento nas redes mostrou nomes como Erika Hilton, Ivan Valente, Alencar Santana, Jandira Feghali e Anielle Franco entre os que mais ajudaram a bombar a desinformação. Alguns admitiam que o projeto era antigo e arquivado, mas insistiam em vincular Flávio à possibilidade de “retorno” do tema. Outros simplesmente repetiam a mentira sem pudor, debochando do candidato e tentando criar um conflito artificial entre católicos e evangélicos.
Diante da gravidade da situação, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que plataformas como X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube removessem publicações que apresentavam como verdadeira a alegação de que Flávio ou sua família pretendiam retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida. Ele classificou a informação como “notoriamente inverídica” e fixou multa diária de R$ 50 mil por descumprimento. A decisão também exige atuação preventiva das redes contra novos conteúdos semelhantes.
Eis que veio o ministro Flavio Dino e derrubou a decisão da Mendonça, determinando que as plataformas reestabeleçam publicações removidas após ação do senador Flavio Bolsonaro. A defesa do candidato apontou que a narrativa já havia alcançado mais de 21 milhões de visualizações.
Para Padre Kelmon, é bom que nós todos observemos que, neste período eleitoral, a esquerda militante vai utilizar de todas as armas nefastas contra os seus opositores.
“Então, usaram agora a mãe de Deus, a padroeira do Brasil, para colocar os católicos contra os evangélicos. Uma vez que Flávio é evangélico, colocam na boca dele as inverdades, as fakes news promovidas pela esquerda. É uma medida covarde, eleitoreira, de quem está desesperado, porque Lula da Silva vai perder as eleições e certamente, como é um descondenado, voltará para a cadeia.
E todos aqueles que pactuaram com ele neste processo de corrupção, como corruptos e corruptores, todos eles voltarão para a cadeia ou irão para a cadeia, porque o próximo governo precisa moralizar a política nacional. E nós estamos vendo aí as suas ações nefastas contra o Flávio. Flávio nunca falou isso. Flávio nem pode mexer na cultura religiosa do povo brasileiro. Então, é uma inverdade, uma mentira, uma fake news criada pela esquerda para disseminar a divisão, o ódio contra os eleitores da direita. É o velho jogo da esquerda, dividir para dominar”, ressaltou, em entrevista exclusiva à Verdade.
Essa matéria faz parte da Revista A Verdade. Acesse a última edição no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/revistas/averdade/302





