
Pai advogado e madrasta permanecem presos e são indiciados pela morte de menino de 3 anos

30/09/2026 às 06:06 Polícia

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A Polícia Civil do Tocantins concluiu o inquérito sobre o caso de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, ocorrido em agosto, em Palmas (TO), e indiciou o pai e a madrasta da criança. Os dois estão presos preventivamente desde 5 de agosto.
O pai, o advogado Igor Veloso de Sousa, foi indiciado por diferentes crimes relacionados ao caso, incluindo vicaricídio e fraude processual. A madrasta, Kathellen Moreira, foi indiciada por vicaricídio e fraude processual.
Segundo a investigação, laudos periciais contrariaram a versão inicialmente apresentada sobre as circunstâncias do ocorrido. A Polícia Civil também apontou indícios de alteração da cena antes do acionamento das autoridades.
Para os investigadores, o caso pode se enquadrar como vicaricídio, modalidade prevista na legislação para situações em que uma pessoa é atingida com o objetivo de provocar sofrimento a alguém com quem mantém vínculo familiar ou afetivo.
A Justiça determinou ainda o encerramento da investigação contra a mãe de Gustavo, Sabrina Silva Feitosa, e a advogada Stella Bueno, por falta de justa causa.
A defesa de Igor e Kathellen contesta as imputações e afirma que as responsabilidades devem ser analisadas individualmente, com respeito ao contraditório e à ampla defesa.
O inquérito seguirá agora para as próximas etapas. O indiciamento representa a conclusão da autoridade policial sobre os elementos investigados, mas não equivale a uma condenação judicial.











