O sequestro de ônibus escolares na Linha Vermelha não foi apenas um ato criminoso — foi terrorismo puro.
Usar crianças como escudo humano é uma tática covarde que já vimos em zonas dominadas por grupos extremistas mundo afora. Agora, essa barbárie se repete em solo brasileiro, diante de um governo que prefere fechar os olhos.
Enquanto outros países classificam e combatem esses grupos como terroristas, aqui se tenta suavizar o horror com discursos vazios sobre “contexto social” e “direitos humanos”.
Essa condescendência é cúmplice.
É o Estado se omitindo diante do terror, permitindo que criminosos armados transformem inocentes em reféns e o país em refém da própria impunidade.
O Brasil está diante de um divisor de águas: ou reconhece que enfrenta terrorismo doméstico, ou continuará assistindo à escalada da violência com notas oficiais mornas e promessas que não salvam vidas.
O que se espera é unicamente que o estado aja.
Não para coibir um assalto, um grupo armado ou coisa assim, nossa necessidade é outra e ela baseia-se no ABAFAR, IDENTIFCAR e PRENDER a todos.
Jayme Rizolli
Jornalista.