Gilmar atropelou a lei para favorecer o candidato do MBL e por tabela beneficiar o “fujão”

Ler na área do assinante

Siga o Jornal da Cidade Online no Google

Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.

Adicionar

Em uma absurda interferência judicial que atropela a liberdade de imprensa, o ministro Gilmar Mendes recorreu a uma manobra processual heterodoxa para obrigar a TV Globo a incluir o candidato Renan Santos em seu debate presidencial.

A decisão violou frontalmente a própria legislação eleitoral. Pela Lei das Eleições, a emissora estava respaldada a vetar o candidato, dado que o partido Missão possui apenas um representante na Câmara dos Deputados, ficando muito abaixo do piso legal de cinco parlamentares exigido para a participação obrigatória.

Para contornar a lei e impor o nome à força, o ministro utilizou de forma criativa o regulamento interno da própria emissora e estendeu uma relatoria antiga sobre redes sociais para dar uma canetada de última hora.

Foi por causa dessa e de outras imposições e do ativismo judicial agressivo que desfigurou as regras acordadas que a TV Globo cancelou o debate presidencial, preferindo suspender o evento a ceder à interferência em sua autonomia editorial.

Porém, parece evidente que a intenção o magistrado foi beneficiar o seu candidato, o petista Lula, que fugiu do debate.

A nossa democracia está sangrando. E a culpa é daqueles que deveriam defendê-la.

da Redação Ler comentários e comentar