Esquenta cada vez mais o caldeirão do STF

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Nada se compara ao que vimos nas últimas eleições.

Bolsonaro não podia sequer dar entrevistas dentro do Alvorada. Hoje, o mesmo palácio virou palco de vídeos inflamados e entusiastas.

O voto? Virou mercadoria. Não precisa ser pago na hora: basta esperar o depósito do fim do mês.

Nos palcos de campanha, vale tudo: “cinquenta conto”, pão com mortadela, ônibus para ir e vir.

As fake news? Disparadas sem pudor pelo candidato da esquerda. Até Nossa Senhora já se ruboriza.

O CALDEIRÃO DO PODER

Agora, os “indicados” da presidência — que jamais deveriam ser amigos ou chegados — estão no mesmo caldeirão.

Não apenas colaboram com a campanha, mas temem por seus próprios interesses.

A desfaçatez assusta até o mais simples dos cidadãos.

Ministros discutem abertamente ações contra si, mesmo diante de provas reais.

Definem seus rumos pelo quanto já “levaram”.

INTERVENÇÃO EXTERNA

E ainda se preocupam com a intervenção externa.

A mesma que já lhes foi útil no momento exato.

Escândalos abafados.

Despesas escondidas sob sigilo de 100 anos.

Primeira dama fora do país mais do que piloto comercial.

Malas que todos vêem, mas que “ninguém viu, ninguém verá”.

Proteção infalível do próprio rebanho.

CASAS DO POVO

Presidentes das chamadas “casas do povo” sentados sobre processos que não acabam.

Tudo já demonstrado, mas sempre carecendo de análise.

Os fatos e as falcatruas andam nus pelas ruas.

Mas atreva-se a falar alguma coisa...

E O POVO?

Enquanto isso, o trabalhador acorda às 5 da manhã, pega ônibus lotado, paga impostos caros, e vê seu dinheiro virar segredo de 100 anos.

Quem paga essa conta?

O povo. Sempre o povo. 

Foto de Jayme Rizolli

Jayme Rizolli

Jornalista.

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