A entrevista “combinada” entre os parceiros, Folha e Lula

A grandeza da Folha de S.Paulo tem se esvaído na pequenez de seu jornalismo, beirando a mediocridade.

A entrevista com o ex-presidente Lula é uma demonstração inconteste. Perguntas combinadas, entrevistadora sob censura. Lamentável que a Folha tenha perdido a oportunidade de fazer as perguntas que realmente precisavam ser feitas.

Ora, numa semana em que o empresário Marcelo Odebrecht entregou para a República de Curitiba uma imensidão de emails reveladores, que incriminam ainda mais o petista e que revelam a preocupação da Odebrecht com a entrega das obras do sítio do ‘amigo’, a ‘Folha’ simplesmente não tocou no assunto. Que papelão!

Sobre as citações a Muammar Kadafi, o tirano da Líbia, amigo de Lula e contratante de obras bilionárias da Odebrecht, a Folha, sonsa, quedou-se inerte.

Da mesma forma, os emails de Marcelo também tratavam de uma mesada para o irmão de Lula, frei Chico, conhecido pelo codinome de ‘Metralha’. A Folha simplesmente ignorou.

Enfim, em meio a uma imensidão de provas contra o meliante petista e com diversos fatos novíssimos, o pseudojornalismo se apequena e faz uma entrevista medíocre, sem sequer tocar em assuntos palpitantes.

Um desrespeito ao leitor e o verdadeiro motivo da queda de assinantes e da perda de visibilidade.



da Redação

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