Dos Estados Unidos, mais uma péssima notícia para Moraes
11/10/2026 às 06:51 Política
A situação do ministro Alexandre de Moraes só piora. Os novos senadores que tomarão posse em 2027 estão determinados a levar adiante o seu impeachment. Foi promessa de campanha.
Paralelamente, um possível cerco americano deve apertar ainda mais o magistrado.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou neste sábado (10), que considera provável a retomada das sanções dos Estados Unidos contra o magistrado, por meio da Lei Magnitsky.
O ex-deputado disse que, se Flávio Bolsonaro (PL) vencer a eleição presidencial, atuará junto ao governo Donald Trump para restabelecer a medida.
“Com a mudança de presidente, eu não vejo mais esse obstáculo. Então, naturalmente, o que deve ocorrer é o retorno da lei no Moraes, e eu tenho certeza de que todas as pessoas que foram perseguidas como eu vão fazer uma churrascada. Eu [farei] gestões junto à Casa Branca e ao Departamento de Estado por essa pauta”, afirmou.
Na quarta-feira (7), Moraes determinou o início da execução da pena de Eduardo Bolsonaro, condenado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicialmente semiaberto, por coação no curso do processo, notadamente mais um absurdo jurídico praticado pelo magistrado em conluio com outros ministros da 1ª turma do STF.
Moraes declarou o trânsito em julgado, encerrando a possibilidade de recursos.
Em nota, Eduardo classificou a decisão como “decisão arbitrária, inoportuna e inócua” e afirmou que os Estados Unidos não cumprem “decisões delirantes dessa natureza”.
Ele também disse que a eventual eleição do irmão e a nova composição do Congresso restaurariam a normalidade no país. O ex-deputado está exilado nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025.
da Redação