
Ela é professora da USP e imortal da ABL, mas está dominada pelo radicalismo ideológico e é disseminadora de fake news (veja o vídeo)

12/10/2026 às 11:56 Opinião

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A militante Lilia Schwarcz é persona muito respeitada no mundo acadêmico e editorial.
Com o marido fundou a conceituada editora de livros Companhia das Letras.
É professora da USP, no cargo de profesora sênior do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia.
Em 2024 tornou-se a nova imortal da Academia Brasileira de Letras, com mais de 30 livros publicados no campo em que atua, a de historiadora.
Mas para que de tudo isso vale quando se foi dominada pelo radicalismo ideológico que a fez afundar os pés na lama da vulgaridade, abandonar seu posto de refinada intelectual para descer ao rés do chão do popularesco, e juntar-se à horda militante de esquerda que invadiu as redes sociais para disseminar fake-news com gosto, sem a menor vergonha na cara laureada, sem a menor preocupação pelo lugar que ocupa no Olimpo do mundo acadêmico para mentir deslavadamente em praça público, aparentemente desesperada com a possível derrota de seu mestre?
Optou pela várzea. Revelou-se.
Mas, sendo sincera, não senti a menor surpresa com tal atitude desse túmulo caiado.
Desde o ano de 2019 eu a observo, quando em atitude semelhante, resolveu atacar a figura de Donata Meirelles, na época diretora da Vogue Brasil, casada com o publicitário baiano Nizan Guanaes, e que completava seus 50 anos com comemoração realizada na Bahia, terra de Nizan.
Confundindo alhos com bugalhos, Lilia interpretou a presença de baianas vestidas a caráter na festa de uma mulher branca e loira como racismo, um tema obsessivo em sua carreira como historiadora, e suas críticas e acusações implacáveis para um fato que foi negado como racismo até mesmo pelas profissionais negras que participaram da festa, levaram ao pedido de demissão de Donata Meirelles de seu cargo junto à revista Vogue, após intensa pressão das redes sociais.
Ali eu entendi que a moça não era figura fácil.
Desde então acompanho sua movimentação pública e consolidei minha primeira impressão a seu respeito.
É uma militante radical enfiada dentro de uma Universidade Pública doutrinando cabeças jovens e incautas, além de uma personagem endeusada pela mídia oficial e pelo mundo editorial.
Agora milhões de brasileiros puderam conhecer um pouco melhor esssa farsa embalada para presente, desmascarada, merecidamente.
Por ela não dou um vintém.
Silvia Gabas. @silgabas
Veja o vídeo:











