
Fachin senta em cima de caso Master e jurista faz questionamento constrangedor

12/10/2026 às 10:43 Direito e Justiça

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O caso envolvendo o Banco Master completa um mês parado na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), desde que o ministro Edson Fachin direcionou as investigações e os processos sobre a instituição financeira para o seu gabinete.
Desde o dia 12 de setembro, Fachin tem represado a análise de pedidos de liberdade de investigados e de outros processos sobre o caso, que aguardam um despacho do Supremo.
Na semana passada, por exemplo, a defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro voltou a solicitar ao presidente do STF que libere para análise o pedido de liberdade do antigo dono do Master para o ministro André Mendonça, antigo relator do caso, tomar uma decisão sobre o assunto.
Além de Vorcaro, outros quatro investigados presos pediram a análise de recursos pendentes contra suas prisões preventivas.
Em seus pedidos, as defesas dos investigados citam a demora na análise dos recursos e a indefinição sobre a condução dos processos após a suspensão determinada pelo presidente do Supremo.
A crise no STF se aprofundou na sessão extraordinária de 15 de setembro, quando o plenário da Corte discutiu se procedimentos que envolvem Alexandre de Moraes e André Mendonça, relacionados às investigações sobre o Banco Master, deveriam ser analisados em conjunto. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino.
O pedido de vista também levou Fachin a retirar da pauta o julgamento sobre a atuação de Mendonça, inicialmente marcado para 23 de setembro.
Dino tem até dezembro para devolver o processo. Até que o plenário resolva a questão, permanece indefinido se os casos serão examinados conjuntamente.
O jurista André Marsiglia fez o seguinte questionamento:
“Quem ele quer beneficiar com isso?”


















