O Exército de Lula: Fake news, depredação, intolerância e violência
13/10/2026 às 11:19 Opinião
A militância da esquerda faz o “exército do Lula” espalhar fake news impunemente, tremular bandeiras da Palestina, depredar o entorno das manifestações e trata opositores políticos como inimigos a serem exterminados.
Para esconder a intolerância e a violência sempre latente, a ordem é inundar as redes sociais com mensagens bem parecidas feitas por marqueteiros. Já me deparei com várias.
Apoiadores do 13, do PSOL, da REDE se dizem “do amor” e falam em arte, natureza, paz, filhos, cultura como justificativa para o voto no 13 e para a ocupação das ruas. Contudo, a campanha oficial do PT enfrenta decisões do TSE por afirmações sem base factual. Ou seja, por fake news.
Eis o padrão, que se repete com algumas variações:
“Precisamos nos unir pela vida, pelos nossos filhos, pela paz, pela sanidade, pela cultura, pela natureza, pela arte, pela arte, pela arte, pelos indígenas, pelo meio-ambiente …”
"O país está dividido! O único voto possível é Lula. Vamos virar! Tenho esperança. "Vote 13, oPTe pela vida", dizem.
“Pela arte, pela cultura e pelo povo trabalhador…”
“Minha luta é pela cultura, pelo meio ambiente…”
É bom observarmos que, fora da esfera da doutrinação principalmente nas universidades federais e estaduais nas mãos do PSOL e partidos de esquerda, entre outros segmentos, é fácil entender a preferência dos artistas pelo 13.
A captação efetiva de recursos pela Lei Rouanet sob Lula, que não acabou ainda, já chegou a cerca de R$ 10,7 bilhões em valores corrigidos.
Isso sem falar que a Amazônia está queimando. E o governo não divulga os dados. Em 2024, bateu o recorde em queimadas desde 2007.
No segundo turno precisamos votar em Flávio Bolsonaro, 22. Ele é o primeiro passo para uma jornada de mil léguas. Não podemos esmorecer nem esquecer que o PT ainda está no poder. Todo cuidado é pouco.
Certos políticos são como fraldas: devem ser trocados com frequência e pelo mesmo motivo.
Lucia Sweet
Jornalista