Nem Gonet, outrora tão submisso, concorda mais com os absurdos de Moraes, e diz um sonoro “não”

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou ao Supremo Tribunal Federal que um conjunto de relatórios de inteligência da PF não é suficiente para concluir que o ministro André Mendonça cometeu abuso de autoridade na condução das investigações sobre o Banco Master e fraudes no INSS.

Os relatórios foram enviados ao presidente do STF, Edson Fachin, pelo ministro Alexandre de Moraes, que considerou que houve abuso de autoridade, além de improbidade administrativa e crime de responsabilidade.

Entretanto, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e outros três integrantes do órgão consideraram que os documentos não têm valor de prova.

“Os próprios relatórios contêm advertência de que não possuem valor probatório, não sendo peça de instrução; não podem ser considerados provas ilícitas, até porque provas não são. Reduzem-se a hipóteses de cenários concebidos a partir dos fatos registrados”, diz a manifestação.

Por isso, Gonet e seus auxiliares concluíram que “a representação, contudo, não parece demonstrar que a conduta possa ser reconduzida a ato punido por algum tipo da Lei n. 13. 869/2019, a Lei de Abuso de Autoridade”.

Parece que chegou o momento de cada um tentar salvar a sua própria pele.

Enfim, Moraes está sendo abandonado.

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da Redação Ler comentários e comentar