Síntese do debate: A saída é por ali

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Não são necessárias grandes elocubrações nem grande esforço mental para analisar o debate de domingo na Band com luladasilva e Flavio Bolsonaro.

O melhor termômetro e a melhor conclusão, sem dúvida, é dado pelas reação de cada um dos participantes ao final.

Quando lula bate na mesa e sai furioso do cenário, xingando sua própria equipe, está dito e definido.

O recibo é passado nas imagens imediatamente subsequentes, mostrando uma janja desconsolada, como se estivesse no enterro da avózinha querida.

Ou o enterro de seu cartão corporativo mega star anti lei magnitsky.

Não importa.

O que Olavo de Carvalho previu foi constatado ontem pelo próprio lula.

Completamente isolado e atrasado, depois de 20 anos lula não tem mais nada a oferecer à nação que já não tenha oferecido e não cumprido.

Não se ouve dele uma proposta sequer que não seja um replay entediante de seus fracassos anteriores.

lula não tem sequer uma equipe, a não ser a de marketing, que erra e erra.

O próprio PT vai sendo demolido pela decadência de seu líder único, que jamais permitiu, em sua egolatria, o surgimento de outro líder.

As maiores expressões políticas da seita além de lula, para se ter uma ideia do desastre que enfrentará esse partido arruinado são fernando haddad e talvez jaques wagner.

Ou seja, nada que tenha expressão nacional.

O tapa dado na mesa por lula -arrogante e inconformado- é significativo:

É o tapa que finalmente acaba -e acaba tarde- com sua carreira.

E a de seu partido.

Foto de Marco Angeli Full

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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