
Instituto que mais se aproximou do resultado no 1º turno divulga novos números

21/10/2026 às 19:48 Política

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 49,3% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta quarta-feira, 21. A diferença de 1,4 ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.
O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 19 de outubro, com 15.554 entrevistados em todo o Brasil. Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, o senador aparece numericamente à frente do presidente, mas a diferença está dentro dos limites da margem de erro.
Considerado o total da amostra, Flávio registra 50,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45,9%. Outros 3,8% dos entrevistados não souberam responder ou não responderam.
O que se observa é que em todas as pesquisas divulgadas esta semana, Flávio aparece na frente, e em quase todas elas o empate técnico é apontado.
Pelo visto, isso não passa de uma ‘jogada’ dos institutos de pesquisa, quase todos eles com notório viés de esquerda. Querem demonstrar que Lula continua competitivo, mas não querem correr o risco de novamente errar sobre quem vai chegar na frente, como aconteceu no 1º turno com a maioria dos institutos.
A distância de Flávio sobre Lula certamente é muito maior do que isso.
Os institutos de pesquisas simplesmente ignoram propositadamente o que mudou no segundo turno. Partidos e lideranças que não haviam declarado apoio formal a Flávio no primeiro turno passaram a apoiá-lo no segundo, o que representa mais votos para ele. A União Brasil e o Progressistas (PP), que ficaram neutros no primeiro turno, formalizaram apoio por unanimidade das executivas. O Republicanos, que não integrava a coligação, anunciou adesão após o resultado, com articulação de Tarcísio de Freitas. O Novo, que tinha candidato próprio (Romeu Zema), formalizou o apoio depois da declaração individual de Zema. O Podemos, neutro no primeiro turno, também fechou com Flávio.
O MDB ficou dividido: 17 diretórios anunciaram apoio a Flávio e 10 ficaram com Lula. O PSD manteve neutralidade oficial, com o apoio individual mais relevante vindo de Ronaldo Caiado. Além deles, Augusto Cury (Avante) e Clariana Barão (DC) também se posicionaram a favor de Flávio.
Por outro lado, nenhum partido ou candidato relevante que estava indeciso ou neutro anunciou apoio formal a Lula no segundo turno. Os apoios que Lula recebeu vieram de legendas de esquerda que já estavam alinhadas a ele (ou a seus candidatos) no primeiro turno.
Para piorar a situação, dois escândalos se abateram sobre os petistas. O áudio de Daniel Vorcaro e as declarações contundentes de Roberta Luchsinger.
O povo está vendo e a conta não bate.
As urnas vão mostrar isso...
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