Fachin declara apoio a Cármen Lúcia e deve frustrar nova investida de Sepúlveda

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio a forte pressão que vem recebendo de outros ministros para que coloque em pauta a questão da prisão dos condenados em segunda instância, com o objetivo de livrar o meliante Lula da cadeia, recebeu nesta quarta-feira (7) um importante apoio na corte.

É talvez o apoio que necessitava para manter sua resistência.

O ministro Edson Fachin, que é justamente o relator da Lava Jato no STF, esteve pessoalmente com a ministra e deixou bem claro que é contra qualquer tipo de pressão contra a sua decisão de não levar o caso a plenário.   

O posicionamento de Fachin praticamente inviabiliza a nova tática que seria adotada pelo advogado Sepúlveda Pertence.

Ele estava debruçado em um novo Habeas Corpus e iria apresentá-lo ao relator da Lava Jato, objetivando que Fachin o levasse imediatamente para julgamento em plenário, o que poderia ser feito sem a autorização da ministra presidente.

Todavia, diante da manifestação do ministro de apoio a Cármen Lúcia, é de se duvidar que ele irá fazê-lo.

Lula será preso.

E mais, no dia em que Lula for preso, o Brasil fatalmente irá às ruas, de verde e amarelo, num movimento tão forte que poderá constranger o STF em soltá-lo.




da Redação

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