Depois de quase duas décadas na condição de credor internacional, o Brasil voltou a registrar dívida externa líquida positiva.
Segundo dados do Banco Central a dívida externa chegou a US$ 407,1 bilhões, enquanto as reservas internacionais e os créditos considerados no cálculo somaram US$ 402 bilhões. A diferença é de US$ 5,1 bilhões.
Durante o terceiro mandato de Lula, a dívida externa cresceu 27,4%, enquanto as reservas internacionais avançaram 15,8%.
Nessa toada, a tendência é esse buraco aumentar e desta vez Lula não terá um antecessor para pôr a culpa.
da Redação