A análise certeira de Marco Rubio que cai como uma luva sobre o regime brasileiro

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Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, trouxe a mais abrangente e certeira análise do que é o comunismo e seu significado.

Do indivíduo ao Estado inchado, da cultura mundial às finanças, o comunismo é cirurgicamente dissecado por Rubio.

A definição cai como uma luva sobre o lulismo brasileiro.

E joga uma luz necessária sobre um movimento que aumenta nestes dias na sociedade brasileira:

O posicionamento claro da direita brasileira contra qualquer convívio com a esquerda e seus apoiadores.

Convívio e relacionamento financeiro, inclusive.

Ação, aliás, que a esquerda adota há anos, veladamente e eficientemente, em relação aos conservadores.

Não se trata, como quer a esquerda, de uma espécie ficcional de 'petistofobia'.

Exatamente por essa alegação e raciocínio, o MP do Trabalho do Rio de Janeiro processou ontem a deputada mais votada do Rio, India Armelau, num valor de 500 mil reais de indenização, por dano moral coletivo, discriminação e perseguição por motivo político.

A deputada havia aconselhado empresários, em postagens, a demitir petistas, eleitores de lula.

A definição de Marco Rubio, se entendida, mostra claramente que essa aversão nada tem a ver com ideologia ou opções partidárias.

É, acima de tudo, uma questão de PRINCÍPIOS.

Se trata de repulsa genuína a quem defende terroristas assassinos como os do hamas, a corrupção como forma de governo, a recompensa social a vagabundos incompetentes, a valorização de criminosos e desprezo às suas vítimas, ou o ataque insano a empreendedores e patrões 'capitalistas' e 'fascistas', entre outras coisas.

Indivíduos com essas características poderiam ser de qualquer partido político, ou se denominar como qualquer coisa.

Não são novidade no mundo.

Na Alemanha, por exemplo, eles se chamavam 'nazistas' -o partido nacional-socialista, dos anos 1920- e foi a partir de 30 de janeiro de 1933, quando adolph hitler assumiu o governo do país, sendo nomeado chanceler, que adquiriram força e notoriedade mundial.

Vale para stalin, mao ou chavez: quem tinha princípios que contrariavam o ditador era eliminado sem cerimônias ou jogado para morrer num campo de concentração

Ter PRINCÍPIOS é direito de qualquer cidadão, e nenhuma ditadura consegue eliminar esse fato.

Usando uma analogia simplista, não há possibilidade de convivência forçada, por exemplo, entre uma comunidade cristã que condena o assassinato e outra composta por quem justifica e apoia a eliminação do próximo.

Essa discussão surge hoje, forte, como uma reação ao resultado das eleições brasileiras.

Que feriu, sem dúvida, os PRINCÍPIOS de dignidade, moral e, especialmente, os defendidos pela Constituição brasileira, deixada de lado há muito.

É disso que se trata.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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