A operação de retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil: O drible na imprensa, na Abin e na PF
30/10/2026 às 15:38 Política
A retirada de Flávio Bolsonaro do Brasil foi espetacular, realizada pelos Estados Unidos, contou com as forças de inteligência da Argentina.
A operação foi colocada em prática no momento em que, sete minutos após o pleito, Moraes começou a agir, culminando com a determinação da apreensão do passaporte do então candidato.
No início da noite de segunda-feira, quatro carros pretos deixaram a casa de Flávio Bolsonaro em comboio.
Os jornalistas que estavam em frente passaram a segui-los.
No primeiro carro, só visualizaram uma pessoa: o motorista.
O segundo, levava apenas uma mulher no banco traseiro, que "se parecia com a esposa de Flávio Bolsonaro".
O terceiro e o quarto carro estavam com vidros escuros e era possível ver se havia passageiros.
Os jornalistas passaram a seguir esses carros freneticamente, deixando a área livre. O comboio era pra despistar os jornalistas.
Em um entroncamento, o comboio se dividiu e cada carro seguiu um caminho diferente, deixando os jornalistas desconcertados, sem saber qual deles deveria ser seguido. Acabaram sendo dispersados.
Ao mesmo tempo que isso acontecia, um avião militar, cargueiro Lockheed C-130T Hércules da Marinha dos Estados Unidos (US Navy), ingressou no espaço aéreo brasileiro e ficou sobrevoando a região Norte do país.
Esse avião havia partido da Base Aérea Naval de Jacksonville, na Flórida.
A PF e a ABIN ficaram monitorando essa aeronave, porque era da mesma família que deu apoio operacional na captura de Nicolás Maduro em janeiro deste ano.
A aeronave, operando sob o código de voo CNV3370 (matrícula 164762), após sobrevoar o espaço aéreo brasileiro, concluiu sua rota ao pousar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, às 19:07 (horário de Brasília).
O avião foi usado para despistar os órgãos de inteligência do governo Federal.
Enquanto o comboio e o avião militar faziam suas manobras, despistando os algozes, Flávio Bolsonaro e sua família foram retirados de casa de forma imperceptível.
A casa ficou iluminada e o som de um louvor chegava até à rua, dando a entender que ninguém havia saído.
Aí é que entra a vez de Javier Millei fazer sua parte, dando toda a cobertura na Argentina.
Paralelamente, veio a notícia de um empresário mexicano, ligadíssimo a Donald Trump, dizendo que Flávio Bolsonaro estava a salvo com a família e a caminho dos EUA em um voo privado.
Mas eles ainda estavam no Brasil enquanto as notícias falsas corriam pelo mundo.
Flávio Bolsonaro não estava em voo para os Estados Unidos quando o mexicano informou a "suposta fuga" às 22h e, de novo, era pra despistar também.
Flávio Bolsonaro entrou na Argentina às 22:50, especificamente na cidade de Puerto Iguazú, e decolou em um avião privado da empresa Baires Fly.
As pistas falsas enganaram o New York Times, Reuters, AP, CNN, WSP, BBC e praticamente todos os meios de comunicação mais importantes do mundo, incluindo os próprios brasileiros, a PF e a ABIN.
A inteligência argentina despistou - literalmente - todo o planeta em uma jogada de mestre e conseguiu tirar Flávio Bolsonaro para se exilar nos EUA, sem comprometer o Departamento de Estado americano.
A extração da família Bolsonaro foi feita pela CIA, mas quem levou Flávio Bolsonaro para os EUA foi Javier Millei.
E tudo isso foi genialmente planejado por Trump, Marco Rubio e Millei.
Ana Paula Henkel confirmou que Flávio Bolsonaro havia recebido uma ligação de Marco Rubio. Então, ele foi se despedir do pai.
Quando saiu de lá, foi intimado a entregar seus passaportes até terça-feira.
Enquanto o mundo noticiava que Flávio Bolsonaro havia "fugido" e já estava desembarcando nos EUA, a Direção Nacional de Migrações da Argentina informava que às 22:50 hs do dia 27/10:
"Ingressaram pelo passo fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, os cidadãos Flavio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina Figueira Bolsonaro e Luiza Figueira Bolsonaro, que o fizeram com documentação hábil de viagem sem nenhum impedimento legal para o ingresso no país, as demais os trânsitos foram registrados pela autoridade de aplicação sem incidentes".
E que:
"Por sua vez, às 23:30 hs, a comitiva ingressante embarcou em um voo privado despachado pela companhia Baires Fly S.A. com destino à cidade de Guayaquil, Equador, conforme informado no plano de voo".
Para entrar na Argentina, não precisa de visto.
Flávio Bolsonaro entrou legalmente naquele país e com sua família.
Esse avião, pra despistar e manter a segurança, não passou pelo espaço aéreo do Brasil.
Fez uma manobra e foi em direção ao Equador e de lá, seguiu para os EUA.
Uma obra Genial!
O advogado de Trump, Martim de Luca, depois que Flávio Bolsonaro chegou são e salvo com a família nos EUA, publicou:
“Nós fizemos a nossa parte, mas quem salvou a vida de Flávio Bolsonaro, foi Javier Millei”.
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da Redação