Lula não terá nenhum empenho contra o narcoterrorismo e a razão é óbvia: Crise vai tomar conta do Brasil no curto prazo

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Apesar da retórica, Lula não se empenhará em combater, de fato, o narcoterrorismo que tomou conta dos presídios e de expressiva parcela do território nacional, tanto urbano, como rural e florestal.

Lula e o seu entorno não farão isso, primeiro, por ser um princípio básico político e eleitoral de não agredir o seu eleitorado, sendo a população carcerária composta de cerca 970 mil presos no Brasil, praticamente toda lulopetista.

Lula sabe que tendo um Congresso Nacional de maioria direitista, precisará da tríade composta por Alexandre de Moraes, Zanin e Flávio Dino para calar a oposição a ele e ao seu governo. Sabe também que não poderá cumprir as promessas estapafúrdias de campanha junto ao seu eleitorado, causando frustrações e revoltas.

Por isso, ancorado na retórica de Janones e no seu “Exército do Lula”, alegando “manifestações das massas”, deseja impor rapidamente “uma nova maneira de governar”, pela qual “o Brasil jamais voltará a ser o mesmo”, prenunciando um autogolpe de Estado a ser dado rapidamente.

Isso porque o desequilíbrio das contas públicas e da situação fiscal no Brasil é de tal ordem que exigirá da equipe econômica cortes ingentes, queira Lula ou não, o que turbará expressiva parcela de seu eleitorado, desestabilizando o seu governo, com a oposição em seu encalço.

Ademais, com a ida de Flávio Bolsonaro para os EUA, a exposição pública, pelo dossiê de Trump e Rubio, da fraude eleitoral de 2026, a intervenção dos EUA no Brasil, contra Lula e quem lhe é aliado, é uma questão de tempo, restando saber quando vai acontecer e não se vai acontecer.

Por isso Lula precisa de todas as “forças sociais”, especialmente do “Exército do Stedile”, do MST e do crime organizado, das facções, dentro e fora dos presídios, para resistir ao avanço dos EUA no Brasil.

Serão reveladas as ligações de Lula e do Foro de São Paulo com o narcoterrorismo de Maduro e do regime cubano e chavista, colocando-o, ele e quem com ele, como usurpadores do poder e, portanto, alvos preferenciais de Trump e Rubio, sabendo Lula e Celso Amorim dessa realidade, exigindo de Lula ações concretas e rápidas para se autopreservar, bem como ao grupo que lhe dá apoio, para se manterem no poder.

Resta saber se expressiva parcela das Forças Armadas brasileiras seguirão, como fazem desde 1945, a cartilha de West Point, ou se alinharão às lideranças das três forças colocadas no alto comando nos próximos dias por Lula.

Assim, à profunda crise institucional, civil, se somará a crise militar, fervilhando nos quartéis, a dar ideia da profundidade das crises que tomarão conta da vida politica, econômica e social no Brasil no curto prazo.

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa

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