Pronunciamento em cadeia nacional: Mais um engodo de Lula

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O PRESIDENTE LULA marcou seu primeiro pronunciamento em CADEIA NACIONAL para domingo dia 8. A notícia, por si só, já merece atenção, afinal, pois quando um presidente resolve convocar a nação inteira para ouvi-lo, alguma coisa muito importante deve estar acontecendo, ou pelo menos alguma coisa precisa ser explicada antes que a população comece a fazer perguntas inconvenientes.

Será uma prestação de contas? Uma aula de responsabilidade fiscal diante do ROMBO DAS CONTAS PÚBLICAS que já preocupa DEUS E O MUNDO? Uma demonstração de que o governo tem pleno controle da situação? Ou simplesmente mais uma oportunidade de explicar que o dinheiro acabou, mas a disposição de gastar continua firme, forte e aparentemente inesgotável!

É possível que o pronunciamento venha embalado por palavras como responsabilidade, compromisso, justiça social, crescimento, esperança e desenvolvimento, SEM APRESENTAR MEDIDAS CONCRETAS para resolver o gigantesco problema, apenas palavras bonitas, especialmente quando pronunciadas diante das câmeras, lendo um discurso provavelmente redigido pelo ofuscado Ministro da Fazenda ou quem sabe pelo próprio Haddad.

O problema é que o Tesouro Nacional não aceita discursos como forma de pagamento, os credores ainda não descobriram como descontar promessas no caixa eletrônico e a situação lembra aquele sujeito que, depois de gastar o salário inteiro, reúne a família na sala para anunciar que está tudo sob controle, desde que ninguém precise comprar nada até o próximo pagamento. 

Uma coisa é um organismo estar funcionando normalmente, como acaba de atestar o médico do PRESIDENTE, outra completamente diferente, é tentar explicar o funcionamento de uma máquina administrativa que parece ter desenvolvido uma impressionante capacidade de consumir recursos sem produzir equilíbrio.

Esperamos que, depois de tantos números, não seja necessário chamar uma ambulância para socorrer o contribuinte e, se a explicação for muito engraçada, que pelo menos não seja às custas do nosso bolso!

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