Polícia encontra lutador que espancou mulheres e efetua disparo para conter o agressor

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Um lutador de jiu-jitsu foi preso em flagrante após protagonizar episódios de violência contra pelo menos duas mulheres em um condomínio localizado na Avenida Maracanã, no bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. O caso ocorreu na madrugada de quinta-feira, 5, e foi registrado por câmeras de segurança do edifício.

As imagens mostram o momento em que o suspeito encurrala uma das vítimas dentro do elevador e desfere diversos socos contra ela. Durante as agressões, o homem também aplica um golpe conhecido como mata-leão, imobilizando a mulher. A gravação registra a violência praticada no interior do equipamento.

O suspeito foi identificado como Lucas Portela Fontana Gomes. Após ser detido, teve a prisão em flagrante convertida em prisão temporária por determinação do plantão judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Policial precisou atirar para conter o agressor

De acordo com informações da Polícia Militar, equipes foram chamadas inicialmente para atender uma ocorrência de lesão corporal no condomínio. Quando chegaram ao endereço, os agentes encontraram o homem em situação de confronto e precisaram intervir.

Durante a abordagem, o suspeito entrou em luta corporal com um dos policiais. Diante da situação, um agente efetuou um disparo que atingiu a perna do lutador, conseguindo interromper o confronto.

O homem e as mulheres agredidas foram encaminhados ao Hospital Municipal Souza Aguiar para receber atendimento médico.

Idosa teria sido atacada dentro do próprio apartamento

Informações apuradas pela TV Globo indicam que, por volta de 1h da madrugada, Lucas teria invadido o apartamento de uma idosa e iniciado as agressões contra ela.

A segunda vítima, que aparece nas gravações das câmeras de segurança sendo atacada dentro do elevador, teria tentado ajudar a vizinha após tomar conhecimento da situação. Ao intervir, também acabou sendo agredida pelo lutador.

Até o momento, não foram divulgados detalhes conclusivos sobre o que teria provocado o início dos ataques.

A ocorrência foi encaminhada à 18ª Delegacia de Polícia, responsável pelos procedimentos de investigação. Além da Polícia Militar, a Guarda Municipal do Rio de Janeiro também precisou ser acionada para atender à situação.

A Polícia Civil foi procurada para fornecer informações adicionais sobre o caso, mas, até a publicação da reportagem original, ainda não havia apresentado retorno.

da Redação Ler comentários e comentar